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Novas ferramentas ajudam na fiscalização dos contratos emergenciais

A fiscalização e controle das ações emergenciais de combate ao coronavírus no Pará, como compras e contratos, contam com novas e importantes ferramentas de acompanhamento dos processos. São protocolos de auditoria e checklist de conformidade, que a  Auditoria Geral do Estado (AGE) adotou como forma de aperfeiçoar a eficiência e transparência na política de contratação emergencial realizada  pelo governo do Estado como estratégia para minimizar os impactos da pandemia. 
 
Por causa dessa nova realidade, os contratos da administração pública sofreram graves consequências, como alteração repentina de demandas, descumprimento por parte das empresas contratadas, elevação no valor dos insumos e serviços, além do contingenciamento de recursos, que levou à suspensão de obras e de atividades administrativas e operacionais. Devido a isso, houve a necessidade urgente de revisão de planejamento e procedimentos provocada  pelo aumento súbito e volumoso de situações imprevistas.
 
Para orientar os gestores sobre a melhor forma de contratar nesse novo cenário, a AGE produziu uma cartilha orientativa.  
 
O manual que  já disponível aos órgãos da rede estadual, trata sobre normas técnicas indispensáveis para garantir celeridade e segurança na tomada de decisões.
 
Com a equipe de  servidores capacitada para atuar na situação de crise, o órgão segue na elaboração de outras  ferramentas para incrementar suas ações tão fundamentais no equilíbrio do orçamento estadual. As atividades em andamento vão desde a organização e implantação de um protocolo gerencial e programa de integridade e compliance para gestão de contratos em obras públicas, implementação de política de conformidade e gestão de obras para aprimorar as técnicas de acompanhamento dos serviços, inclusive  medições, favorecendo a aplicação de sanções aos que descumprem a conduta e ética exigidas a todos que contratam com o Estado. 
 
Também estão sendo executadas a estruturação de Mapa de Risco para o planejamento das contratações, a elaboração de Matriz de Risco (ISO 31000) com atribuições das respectivas  responsabilidades, o estabelecimento de política de questionário de Due Diligence de Integridade, essencial para evitar prática de corrupção, a criação de framework para o acompanhamento e transparência de obras públicas, assim como a exigência de cláusulas anticorrupção e de Integridade nos contratos, e Termo de Compromisso entre Estado e Contratadas para fiel cumprimento e transparência na execução do contrato.